Todo equipamento tem uma pulseira, quando eu passo essa pulseira, ele já sabe quem eu sou.
Porque fiz um teste lá na parte da tecnologia de check-up, automaticamente já foi mandado para todo o nosso sistema o meu resultado.
Tem também máquinas que fazem todos os auto-ajustes.
A gente tem uma com tecnologia da Nasa.
Nessa máquina, você não faz nem ajustes de encosto, nem de assento, nem da amplitude do movimento.
Se eu não completo o movimento, a máquina identifica e o sistema percebe que estou tendo uma fadiga muscular.
Ou seja, precisa ser feito um outro trabalho, porque não estou conseguindo terminar aquele.
Pode ter uma inteligência artificial que monitora o indivíduo sem ter a gestão de um professor, mas não é isso que a gente gosta.
A gente gosta de ter a interação para justamente ter essa troca.
O equipamento fala, mas interage com uma certa limitação.
Isso seria um facilitador às pessoas que querem começar a malhar?
Muito, muito.
Te dou uma referência: a máquina desenvolve protocolos de desenvolvimento e isso te dá estímulo.
Desde a primeira semana, já consigo te mostrar o resultado obtido com seus treinos, e isso te motiva.
Essas novas tecnologias vão eliminar as formas tradicionais de malhação?
Elas sempre vão somar para se ter uma eficiência melhor, o professor de educação física não vai deixar de existir, mas a minha ferramenta vai ajudá-lo a ter performance melhor.
Hoje o meu sistema de uma gestão completa de uma academia, em vez de dez professores atenderem cem alunos, consegue colocar dez professores para atender trezentos.
Facilito a agilidade por todos os processos.
A gente quer que seja um facilitador e não um substituto.