A pessoa com colite não deve adotar dietas muito restritivas e precisa se adaptar de acordo com a gravidade da doença e os sintomas apresentados.
É importante observar individualmente as reações aos alimentos ingeridos.
Aprender a identificar alimentos desencadeantes pode reduzir a frequência e a intensidade dos sintomas da colite.
Alguns alimentos podem ser consumidos sem restrição, como peixes devido às suas propriedades benéficas -- rico em proteínas e baixo teor de gorduras -- os peixes podem ser consumidos sem nenhuma restrição, como o salmão que também possui ômega 3 que ajuda a reduzir inflamações.
A batata pode ser consumida assada ou cozida para preservar os nutrientes.
O arroz branco é um alimento que faz parte das refeições dos brasileiros com frequência e é benéfico para quem tem colite, pois é fonte de energia, oferece proteína, fibras, vitaminas, minerais e contém amido.
A gelatina é fácil de digerir, contém proteínas e aminoácidos como prolina e glicina, que atuam na composição do colágeno e possui propriedades anti-inflamatórias.
O iogurte contém probióticos que são microorganismos que podem interromper processos inflamatórios do corpo e ajudam a regular o movimento peristáltico do intestino.
Alguns alimentos devem ser evitados, como a cafeína, que pode acelerar o funcionamento do intestino, leguminosas, que podem aumentar os movimentos intestinais, as cólicas abdominais e os gases, laticínios, que devem ser evitados quando as pessoas com a colite têm sintomas como dor abdominal ou distensão abdominal, oleaginosas, que podem causar agravamento das cólicas abdominais, inchaço e diarreia, legumes, especialmente vegetais crus, que são ricos em fibras e podem ser difíceis de digerir, causando inchaço, gases e cólicas abdominais, e alimentos picantes, que podem irritar ainda mais a mucosa intestinal.