A avaliação comparativa é delimitada pelo princípio da qualificação, ou seja, ao refletir sobre o que é preciso ser ensinado e comparar com o que foi aprendido no processo educacional.
De fato, mensurar o nível de conhecimento e as habilidades dos alunos é muito importante, pois é o que permite aos educadores entender o que precisa ser ensinado e, assim, planejar aulas e estratégias de ensino.
A avaliação comparativa também é um instrumento de gestão pedagógica fundamental, pois propicia a melhoria contínua do processo de ensino-aprendizagem ao verificar, praticamente em tempo real, se os alunos compreenderam a matéria trabalhada em uma aula ou um período.
A avaliação comparativa tem a função de indicar com antecedência se o conteúdo foi absorvido satisfatoriamente, ou não, possibilitando aos educadores retomarem pontos e conceitos indicados como insuficientes e às famílias auxiliarem nesse processo.
A avaliação comparativa é uma boa ferramenta e forma de estreitar o relacionamento com as famílias, pois pais e responsáveis devem ser informados sobre os pontos fortes e fracos de seus filhos em sala de aula, assim, junto com a escola, podem contribuir para a superação de problemas e para o pleno desenvolvimento de crianças e adolescentes.
Os instrumentos mais comuns ao sistema de avaliação comparativa são: testes rápidos e/ou trabalhos simples durante ou ao final das aulas, comunicação constante do desenvolvimento da aprendizagem às famílias, trabalhos em grupo e individuais, solicitar que os alunos avaliem os trabalhos de colegas e grupos, estimular a autoavaliação, de forma livre ou coordenada.