Crianças e adolescentes também podem fazer musculação, mas a avaliação médica e a supervisão de um profissional capacitado são imprescindíveis.
A musculação pode, sim, se tornar parte de um plano de condicionamento físico já a partir dos sete anos de idade.
Não há nenhuma contraindicação em relação aos tipos de exercícios, que podem utilizar pesos livres, fixos ou o próprio peso da criança.
O número de repetições deve ser de uma a, no máximo, três.
Seguindo essas precauções, a musculação tende a ajudar no aumento de força muscular, reduz o risco de fraturas, melhorando a resistência dos ossos.
Além disso, estimula a produção do hormônio do crescimento e testosterona; e aperfeiçoa habilidades motoras, cognitivas e neurais.
Se a criança tiver determinadas patologias, como hipertensão arterial, cardiopatias, doenças musculares ou neoplasias, pode ser necessário, também, uma autorização médica específica.
A musculação, treinamento de força comum nesses ambientes, tem conquistado adeptos de todas as idades — inclusive as crianças.
A SBP, no entanto, indica que, durante a fase de crescimento, não se deve permitir exercícios que visam o ganho de força pura.
Contudo, é preciso repetir a avaliação pediátrica periodicamente, mesmo depois do início do treinamento, observando se o crescimento da criança mantém-se adequado.
O treinamento envolve cargas de 40% a 50% da força máxima da criança ou adolescente, portanto, é a falta de técnica e o uso de cargas excessivas que costumam levar a lesões.
Para treinar força, as crianças devem ser capazes de seguir as instruções e praticar de forma adequada.
A família deve estar sempre de olho no ganho acelerado de massa, um dos efeitos desse uso.
A nutrição balanceada e a boa hidratação são fundamentais para a realização de atividades físicas em qualquer idade.