O Sistema Braile é considerado a primeira tecnologia disruptiva ao facilitar a leitura, compreensão e comunicação de pessoas que não possuem visão, ou têm visão apenas parcial.
O Braile é um código tátil formado por sinais em relevo, que pode ser entendido com as mãos, pelo toque.
Da invenção do Braile aos dias de hoje, muita coisa mudou.
Temos muitos exemplos de pessoas que superaram a barreira do preconceito: Stevie Wonder e Ray Charles se tornam músicos famosos e de destaque em suas áreas nos Estados Unidos, e Andrea Bocelli segue lotando estádios mundo afora.
Hoje, contamos com softwares de leitura de tela que são fundamentais.
Eles transformam texto em áudio, permitindo que pessoas com deficiência visual acessem conteúdo online, e-mails, documentos e páginas da web com facilidade, assim como acompanhar eventos ao vivo com uma espécie de tradução simultânea.
Tudo isso por meio de som, ou com uso de Braille eletrônico.
Temos também o GPS Adaptado.
Ele oferece orientação por voz, permitindo que pessoas com deficiência visual naveguem com segurança, facilitando deslocamentos mais complexos.
Uma tecnologia que veio para ficar é a do Reconhecimento Facial.
Ele facilita a identificação de pessoas e expressões, promovendo interações sociais mais inclusivas.
Também permite uma segurança maior no acesso a dispositivos eletrônicos, permitindo que pessoas com deficiência possam se sentir mais seguras ao acessar aplicativos bancários e outros.
Por fim, uma tecnologia muito animadora e que cada vez mais ganha corpo é a de reconhecimento de voz.
São aplicativos e programas de transcrevem textos, permitem a entrada de voz e transformam essa entrada em informação.
O reconhecimento de voz deu vazão aos Assistentes Virtuais, como a Siri e a Amazon Alexa, que ajudam pessoas com deficiência a realizar várias tarefas, como fazer chamadas, enviar mensagens, definir lembretes, reproduzir música, controlar dispositivos domésticos inteligentes e muito mais, tudo pelo uso da voz.