O treino intervalado de alta intensidade, conhecido pela sigla em inglês HIIT, tem se tornado cada vez mais popular pela união da praticidade, agilidade e pelos bons resultados que costuma render.
Apesar do nome “moderno”, a ideia em si não é nova, e se abraça num conceito simples: intercalar atividades de alta e baixa intensidade.
Existem registros de técnicas que se encaixam nesse critério há mais de 3 mil anos, entre gregos, chineses, egípcios e indianos.
O HIIT viveu nessa informalidade até ser sistematizada ao longo da primeira metade do século 20.
De lá até aqui, foram desenvolvidos dois protocolos principais: Tabata: conhecido como HIIT de intervalo curto, foi desenvolvido a partir das técnicas do japonês Izumi Tabata.
É o mais difundido e consiste em 8 ciclos alternados de 20 segundos fortes, com 10 segundos mais amenos, totalizando 4 minutos.
Little: enquadrado como HIIT de intervalo longo, esa técnica consiste na execução de 10 ciclos de exercícios, alternando 1 minuto forte e 1 minuto ameno, totalizando 20 minutos.
Existem também os modelos RST (Repeated Sprint Training) e SIT (Sprint Interval Training), ambos sendo mais intensos, mas não definem um tempo fixo de exercícios, apenas a proporção.
A grande sacada do HIIT é a explosão, seja através de um exercício de alto impacto ou não.