Dermatologistas alertam que gestantes, pessoas diabéticas, pessoas imunossuprimidas – como pacientes em tratamento contra o câncer -, crianças e adolescentes menores de 16 anos devem evitar os alongamentos.
O dermatologista André Moreira, da ADA Clínica, explica que o procedimento pode causar traumas nas unhas e servir de porta de entrada para infecções.
“No caso dos menores de 16 anos, eles são mais suscetíveis a sensibilização por alérgenos.
Já para as gestantes, não existem estudos que comprovem a segurança para o feto caso a mãe sofra alguma complicação”, afirma Moreira.
A médica Fabiane Brenner, integrante da diretoria da SBD, acrescenta que as pessoas com hipersensibilidade à luz ultravioleta (UV), presente nas cabines de secagem do esmalte, ou que utilizam alguns medicamentos podem ter reações alérgicas nas mãos.
Na avaliação de Fabiane, as pessoas, de modo geral, deveriam evitar o alongamento.
“Ele não deve ser um procedimento rotineiro porque pode alterar temporária ou definitivamente o leito unguial (a camada entre o dedo e a unha)”, afirma a médica.
“As pessoas podem ter alergias ou irritação a esses produtos das unhas artificiais”, afirma.