A falta de atividade física provocada pelo confinamento intensificou os quadros de medo, pânico, ansiedade e depressão.
Como resultado, os pesquisadores verificaram uma tendência aumentada de transtornos mentais quanto mais baixos eram os níveis de atividade física.
O baixo nível de atividade física foi relacionado com maior probabilidade de depressão quando comparado com o nível mais elevado.
As pessoas que conseguiram continuar realizando uma atividade física de forma orientada ou supervisionada por um profissional de educação física tiveram um efeito protetor e apresentaram um menor risco para depressão, ansiedade e estresse.
A agente de saúde de Ribeirão Preto, Regina Martins Bernardes, foi voluntária, participando das atividades práticas do projeto, e conta que era adepta da caminhada, mas que, com o isolamento e, principalmente, após ter contraído a doença, ficou muito deprimida e parou com os exercícios.
A atividade física promove muitos benefícios para a saúde e pode ser explorada de diversas formas, de acordo com as possibilidade de cada um.
A atividade física pode ser explorada de diversas formas, de acordo com as possibilidades de cada um, seja pelos efeitos orgânicos de ação biológica, liberando endorfinas (hormônio do prazer e bem-estar), seja por trazer possibilidades de interação com o ambiente, com as outras pessoas, o que pode fazer muito bem a quem está enfrentando alguma questão relacionada à saúde mental.