Montar um cardápio equilibrado começa com o planejamento das refeições da semana.
Essa organização permite uma melhor distribuição dos alimentos, evita o desperdício e facilita o preparo, especialmente nos dias mais corridos.
A composição do prato deve ser colorida e rica em nutrientes, incluindo fontes de carboidratos complexos, como arroz integral, mandioca e massas integrais, proteínas magras como frango, peixe, ovos e leguminosas, além de uma variedade de legumes, verduras e frutas frescas.
A diversidade é um ponto essencial.
Variar os alimentos e os modos de preparo — entre assados, cozidos, grelhados e refogados — ajuda a manter o interesse, principalmente das crianças, e garante uma alimentação mais completa.
Aproveitar os alimentos da estação também é uma estratégia inteligente, pois além de mais saborosos, costumam ter melhor preço e mais nutrientes.
Preparar porções maiores e congelar marmitas ou partes das refeições pode economizar tempo e garantir que a família tenha sempre uma opção saudável à disposição.
Ter lanches rápidos e nutritivos sempre à mão evita o consumo de alimentos ultra processados.
Frutas já lavadas e picadas, castanhas em pequenas porções, iogurte natural, pão integral com pasta de atum ou patês caseiros são ótimas opções para matar a fome entre as refeições sem abrir mão da saúde.
Reduzir o consumo de açúcar, sal e gorduras saturadas aos poucos também faz parte do processo, respeitando o tempo de adaptação da família.
É fundamental lembrar que um bom plano alimentar não precisa ser rígido ou perfeito, ele deve, acima de tudo, funcionar dentro da realidade da família, considerando a rotina de trabalho, escola, lazer e o orçamento doméstico.
Pequenas mudanças feitas com constância têm um impacto enorme a longo prazo.
A ideia não é restringir, mas sim ampliar o repertório alimentar com escolhas mais conscientes e nutritivas.