Interromper o exercício ao primeiro sinal de dor limita a lesão a essas fibras, permitindo uma recuperação mais rápida. A manutenção do exercício enquanto se sente dor provoca a laceração de uma maior quantidade de fibras, agravando a lesão e atrasando a recuperação.
Os anti-inflamatórios não esteróides ajudam a controlar a dor e a inflamação e a fisioterapia possibilita a recuperação da força e flexibilidade.
As injeções de corticóides na área lesionada ou nos tecidos circundantes aliviam a dor e reduzem o inchaço.
Contudo, estas injeções podem atrasar o processo de cura, aumentando o risco de lesão do tendão ou da cartilagem.
A fisioterapia, com aplicação de calor, frio, eletricidade ou ultra-sons contribui para o processo de reabilitação.
A sua duração dependerá do grau de gravidade e complexidade da lesão.
Embora o tratamento permita uma boa recuperação na maioria dos casos, as consequências destas lesões podem, em alguns casos, ser dramáticas impedindo o retorno à atividade durante semanas ou meses.
A substituição por atividades que não forcem a zona lesionada é preferível à abstenção de toda a atividade física, dado que a inatividade completa causa a perda da massa muscular, da força e da resistência.
Como regra, uma semana de repouso requer pelo menos duas semanas de exercício para se voltar ao nível de estado físico anterior à lesão.