Pilates pode ser feito por qualquer pessoa e em todos os níveis de condicionamento físico, desde que sejam respeitados os limites individuais.
Apesar de não ter uma idade mínima ideal para quem deseja começar a fazer pilates, crianças podem não usufruir do benefício da prática.
Isso porque ela requer concentração e consciência corporal do aluno, e quanto menor a idade, maior a possibilidade de distrações e perda de atenção às séries de exercício.
Os jovens praticantes têm uma série de benefícios.
Durante a fase de crescimento, é comum que sintam dores na coluna, também ocasionadas pelos maus hábitos modernos, como peso em excesso na mochila, má postura na escola durante as aulas e muitas horas sentados no videogame ou no computador.
Esse conjunto de fatores pode causar problemas para a saúde dos jovens, e o pilates tem o papel de prevenir, minimizar e até mesmo corrigir desvios posturais.
Além disso, a prática eleva a autoestima, já que permitem um maior domínio sobre o corpo e melhoras físicas, bastante procurados durante a adolescência, período de descobertas e afirmação.
As atividades físicas são mais do que bem-vindas nessa fase, inclusive o pilates, claro, com as devidas orientações médicas.
Além da prática ser parte do tratamento de patologias na coluna vertebral, ela também proporciona benefícios nos casos de artrose, fortalece a musculatura e previne a osteoporose, sem prejudicar a estrutura óssea do paciente, já que os exercícios são realizados sem impacto.
Os idosos praticantes de pilates experimentam uma melhora no equilíbrio, coordenação motora, flexibilidade e circulação sanguínea.
Os efeitos dos exercícios podem ser sentidos no dia a dia, como o aumento da disposição e autoestima, ambas essenciais para o bem-estar e a qualidade de vida.