Um detalhe ainda mais preocupante: em 2018, pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade Johns Hopkins descobriram que as pessoas estavam levando as próprias selfies com efeitos e filtros como referência para possíveis procedimentos plásticos, a fim de transformar o virtual em real.
Mas os efeitos dessa redução ainda não foram totalmente comprovados em pessoas.
No final, ainda que ela tenha dito que era "uma jornada sobre autoconhecimento" e que nada estava relacionado com a forma física, ao anunciar o fim do "projeto" destacou os ganhos, ou melhor, a perda de gordura na barriga.
Olha, gente, olha a pele, olha a cinturinha, não tem nada, disse ela mostrando a silhueta em frente ao espelho.
Mas ainda existem certos efeitos secundários, como a perda de massa muscular, que pode se estender para uma deterioração física durante o envelhecimento.
E se torna problemático em períodos acima de 3 dias, quando se entra na fase de desnutrição.
Portanto, se o objetivo é queimar calorias, fazer jejum não faz sentido.
Além disso, ao retornar com o alimento, é possível que o indivíduo tenha ainda mais vontade de comer, e acabe por ingerir as calorias que queria perder.
Nesse ponto não é preciso nem mesmo detalhar a presepada metabólica que ocorre.
Assim, mesmo nesse formato, não é recomendado jejuar.
Agora, no passo mais fundo, parar de comer causa uma bagunça nas taxas metabólicas, justamente porque o corpo entende que deve conservar energia.
Quando se trata de animais, a ciência indica que um corte de 15% a 40% das calorias previne a hipertensão, as doenças cardiovasculares e até alguns tipos de câncer.
Porém não foram encontradas informações que indiquem a quantidade em quilos que se pode perder em jejum.