O treino cardiorrespiratório, conhecido popularmente como cardio, é uma forma de treinamento, cujos principais objetivos são acelerar o metabolismo para otimizar a perda de gordura e aumentar a resistência muscular, diminuindo também a sensação de cansaço ao executar tarefas simples.
Ele também tem o potencial de: – Aumentar a eficiência da circulação sanguínea e da oxigenação do corpo, fortalecendo também o coração;
– Melhorar a recuperação muscular após os treinos e, graças a essa oxigenação, aumentar a liberação de hormônios como o GH, que atua diretamente na construção de músculos;
– Atuar na redução do estresse, com a produção e liberação de endorfina.
A prática do cardio deve ser regular para surtir efeito.
Os treinos intervalados, como o HIIT, economizam tempo sem comprometer a eficácia da atividade.
Nessa modalidade, alternam-se exercícios aeróbicos curtos, mas de alta intensidade, com descansos em baixa intensidade, em sequências repetidas por 20 a 30 minutos.
A prática aumenta a capacidade de oxidação da gordura, ou seja, sua queima, e é uma ótima opção para melhorar o condicionamento.
Ao fazer o aquecimento, criamos uma ponte entre o estado de repouso e o exercício em si.
Isso, porque o corpo necessita de tempo para ativar os mecanismos necessários para suprir a demanda energética exigida pelo treino, saindo do estado de repouso gradativamente e não causando choques bruscos de pressão arterial e de batimentos cardíacos.
Respirar de forma correta durante os exercícios aeróbicos evita lesões e melhora a oxigenação das células, garantindo a execução correta dos movimentos e aumentando a resistência.
Ainda, de olho na alimentação, para garantir alta performance durante o exercício, é preciso fornecer energia suficiente para sustentar a atividade, que é advinda principalmente da ingestão de glicose.
É preciso nutrir o corpo consumindo a quantidade adequada de água, de 300 ml a 500 ml antes do exercício, e manter-se hidratado durante todo o treinamento.