A cromoterapia pode ser usada em forma de banho de imersão.
Em uma análise sobre a cromoterapia e sua evolução científica, os pesquisadores do departamento de física da Universidade de Balochistan, no Paquistão, a definem como um método de tratamento que usa o espectro visível da radiação eletromagnética para curar doenças.
Além dos bastões de luz, é possível fazer uso da cromoterapia em banhos de imersão, em que luzes são colocadas dentro de uma banheira.
De acordo com a preferência do cliente, a luz será ajustada.
Para quem deseja um banho mais relaxante, é usada a cor azul ou verde.
Para quem prefere um banho mais energizante, são usadas cores mais quentes, como vermelho, amarelo e laranja.
Cores frias, como a azul, trazem sensação de relaxamento na cromoterapia.
Na cromoterapia, cada cor tem uma propriedade diferente que vai agir em pontos específicos para estimular uma reação curativa.
Os pontos da acupuntura como base atingem canais energéticos espalhadas pelo corpo.
Sempre que essa energia está estagnada, ela gera doença.
Geralmente, mais de uma cor é utilizada para o tratamento.
A escolha vai depender do problema da pessoa, sendo que cada ponto do corpo tem um protocolo diferente.
Na terapia das cores, a cor laranja, por exemplo, é indicada para quem sofre de depressão, pois tem o poder de aumentar a autoestima e dar disposição.
Para dores musculares, cores frias, como o azul, são mais indicadas devido às propriedades anti-inflamatórias.
Verde: O verde é a cor que ajuda a promover o equilíbrio interno e a diminuir o estresse.
Azul: A cor azul possui propriedades calmantes e tranquilizantes, que atuam no sistema nervoso e em todo o sistema muscular.
Vermelho: O vermelho é a cor que aumenta a energia, a vitalidade e a adrenalina.
Amarelo: O amarelo é a cor que estimula o intelecto e o sistema nervoso central.
Laranja: O laranja é uma cor muito utilizada na cromoterapia pelo seu poder energético, por aumentar a autoestima, dar disposição e incentivar o intelecto.
Foi descoberto que as células do nosso corpo se comunicam com a luz por meio dos fótons, agentes luminosos dela.
E essa comunicação celular tem embasamento científico.