A alimentação tem um impacto fundamental na modulação da química cerebral, influenciando diretamente a produção de neurotransmissores e a regulação de processos inflamatórios.
Uma alimentação saudável e equilibrada pode ter um impacto positivo na saúde mental, ajudando a prevenir ou tratar transtornos como ansiedade e depressão.
Muitos problemas de saúde mental também têm causas químicas e podem estar relacionados à deficiência de micronutrientes, causando desregulação na produção de neurotransmissores.
Certas comidas podem ser aliadas na promoção da saúde mental, como alimentos ricos em triptofano, que ajudam a aumentar a produção de serotonina, um neurotransmissor responsável pela sensação de prazer e bem-estar.
É importante consumir alimentos que favoreçam o hormônio, pois pode trazer benefícios para a saúde emocional.
Além disso, o consumo excessivo de alimentos ultraprocessados está frequentemente associado à ingestão de grandes quantidades de calorias, gorduras, carboidratos, sódio e à carência de micronutrientes essenciais, o que pode gerar dependência e impactar negativamente a saúde mental.
Para um tratamento eficaz, é preciso considerar a individualidade bioquímica e o contexto socioeconômico de cada pessoa, como também o envolvimento de uma equipe multidisciplinar buscando uma abordagem terapêutica ampla.
Uma dieta adequada pode ajudar a melhorar as funções cerebrais, os níveis de energia, a memória, além de controlar as emoções.
De fato, restabelecer o paciente nutricionalmente pode levar a uma melhor resposta ao tratamento geral.
Além do tratamento tradicional, que inclui psicoterapia e medicamentos, a alimentação tem se mostrado uma aliada na melhoria da qualidade de vida de pessoas com transtornos mentais.