Como a alimentação interfere nas emoções?

Lisandro Pereira
2025-07-24 09:56:05
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A psicologia da alimentação emocional explora como emoções intensas, como ansiedade, tristeza e estresse, influenciam padrões alimentares, especialmente entre adolescentes.
Esse fenômeno, onde a alimentação age como uma válvula de escape emocional em vez de responder à fome fisiológica, é associado a fatores psicológicos, biológicos e socioculturais.
Estudos indicam que emoções negativas aumentam a probabilidade de ingestão de alimentos ricos em calorias, principalmente entre adolescentes vulneráveis emocionalmente, como os que lidam com ansiedade social.
A metodologia consistiu em uma busca não exaustiva na literatura, permitindo uma compreensão de como os estudos tratam a influência do ambiente familiar e das práticas alimentares parentais é fundamental, pois modela as atitudes dos jovens em relação ao uso da comida para lidar com emoções.
Compreender esses aspectos pode contribuir para intervenções psicológicas que promovam a regulação emocional e a criação de hábitos alimentares saudáveis, mitigando o impacto negativo do comer emocional na adolescência e contribuindo para reduzir problemas associados, como a obesidade e distorções de imagem corporal.

Daniel Nascimento
2025-07-16 21:51:30
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É comum que, em momentos de sofrimento emocional, o aumento na frequência da busca pelo prazer na alimentação seja uma opção para amenizar sentimentos ruins, o que acontece com todos nós em algum momento da vida. No entanto, torna-se preocupante quando a comida é usada sempre como único conforto emocional ou sempre usamos a comida para tentar lidar com problemas que não tem relação com a fome. Quanto maior a frequência do comer emocional, maior é a chance de piorar a qualidade da nossa alimentação e a nossa relação com a comida. Além disso, como buscamos alimentos altamente palatáveis, como doces e petiscos, para “beliscar” e usar como conforto, uma alta frequência de comer emocional pode contribuir para o descontrole glicêmico e ganho de peso, prejudicando a saúde. É importante lembrar que a comida não resolve os problemas, apenas distrai ou muda o foco temporariamente, portanto, quando perceber que se trata de comer emocional, é válido buscar emitir comportamentos concorrentes que também tragam prazer, como tomar um banho demorado, ouvir música, conversar com amigos, fazer exercícios físicos, dançar, meditar, ler um livro, assistir a um filme, entre outras alternativas que nos tragam satisfação.
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