Fazer de alimentos in natura ou minimamente processados a base da alimentação
Em grande variedade e predominantemente de origem vegetal, alimentos in natura ou minimamente processados são a base ideal para uma alimentação nutricionalmente balanceada, saborosa, culturalmente apropriada e promotora de um sistema alimentar socialmente e ambientalmente sustentável.
Variedade significa alimentos de todos os tipos – grãos, raízes, tubérculos, farinhas, legumes, verduras, frutas, castanhas, leite, ovos e carnes – e variedade dentro de cada tipo – feijão, arroz, milho, batata, mandioca, tomate, abóbora, laranja, banana, frango, peixes etc.
Procure fazer compras de alimentos em mercados, feiras livres e feiras de produtores e outros locais que comercializam variedades de alimentos in natura ou minimamente processados.
Prefira legumes, verduras e frutas da estação e cultivados localmente.
Se você tem habilidades culinárias, procure desenvolvê-las e partilhá-las, principalmente com crianças e jovens, sem distinção de gênero.
Se você não tem habilidades culinárias – e isso vale para homens e mulheres –, procure adquiri-las.
Para isso, converse com as pessoas que sabem cozinhar, peça receitas a familiares, amigos e colegas, leia livros, consulte a internet, eventualmente faça cursos e... comece a cozinhar!
Planeje as compras de alimentos, organize a despensa doméstica e defina com antecedência o cardápio da semana.
Divida com os membros de sua família a responsabilidade por todas as atividades domésticas relacionadas ao preparo de refeições.
Faça da preparação de refeições e do ato de comer momentos privilegiados de convivência e prazer.
Reavalie como você tem usado o seu tempo e identifique quais atividades poderiam ceder espaço para a alimentação.
No dia a dia, procure locais que servem refeições feitas na hora e a preço justo.
Restaurantes de comida a quilo podem ser boas opções, assim como refeitórios que servem comida caseira em escolas ou no local de trabalho.
Evite redes de fast-food.
Lembre-se de que a função essencial da publicidade é aumentar a venda de produtos, e não informar ou, menos ainda, educar as pessoas.
Avalie com crítica o que você lê, vê e ouve sobre alimentação em propagandas comerciais e estimule outras pessoas, particularmente crianças e jovens, a fazerem o mesmo.