Criar um guia alimentar para seus pacientes é a melhor forma de garantir o perfeito cumprimento das metas, mas ele deve ser produzido tomando alguns cuidados. O guia deve ser elaborado após todo um processo envolvendo o diagnóstico da situação nutricional, dados que fundamentem o plano alimentar, as metas nutricionais, os objetivos do plano e ainda um banco de dados sobre a composição dos alimentos escolhidos para a sua composição.
Tenha uma visão global da dieta.
Para cada caso uma dieta específica, por isso você deve se perguntar, primeiramente, qual o real objetivo: perder peso, baixar taxas, reposição proteica, etc?
É preciso suprir as necessidades alimentares, mas também prover prazer na alimentação para que a dieta possa ser seguida da forma mais fácil possível.
Converse com seu paciente para descobrir como ele habitualmente se alimenta, o que terá que ser modificado e o que é possível manter.
Personalize o máximo possível.
Adapte o guia alimentar às condições de cada indivíduo, em relação à idade, ao sexo, à pratica de exercícios ou ao sedentarismo – não apenas em relação ao problema que o está levando à dieta, caso haja alguma patologia.
Atenção para a forma gráfica escolhida.
Facilite o uso do guia representando-o de forma gráfica.
Dessa forma a escolha das refeições é facilitada, incentivando o seu uso.
Procure fazer um guia alimentar que não só supra as necessidades nutricionais do seu paciente, mas que proporcione o máximo de conforto e prazer nas refeições.