A vitamina C fortalece o seu sistema imunológico, prevenindo doenças como a gripe e o resfriado.
Ela colabora na síntese de neurotransmissores que atuam como mensageiros químicos, carregando informações entre as células do seu corpo.
Um exemplo é a dopamina, um importante neurotransmissor que desempenha um papel fundamental no sistema nervoso central, sendo envolvida em uma variedade de funções, incluindo regulação do humor, controle do movimento, motivação, sensação de recompensa, e aprendizado.
A dopamina é sintetizada a partir do aminoácido tirosina, e a enzima chave nesse processo requer a vitamina C como cofator para funcionar adequadamente.
Além disso, ela também auxilia na produção de aminoácidos, como a carnitina e a catecolamina, que regulam o sistema nervoso e desempenham uma função indispensável no crescimento dos tecidos e na cicatrização de feridas.
A vitamina C atua na formação do colágeno, que é predominante na cartilagem articular e contribui para a melhora da pele, melhor funcionamento das articulações, preservação óssea, além de agir na massa muscular.
Ela auxilia no metabolismo energético do corpo, visto que na ação indireta da vitamina C dentro da mitocôndria, que é conhecida como “central energética” da célula, ela também colabora no fluxo sanguíneo cerebral, que garante que o encéfalo receba os nutrientes e o oxigênio necessários às suas células.
A vitamina C envolve-se na formação das bainhas de mielina, que permitem a condução dos impulsos nervosos com velocidade e precisão.
Além disso, a vitamina C é um antioxidante que ajuda a proteger as células do seu corpo dos danos provocados pelos radicais livres, que geram o estresse oxidativo.
Os efeitos da vitamina C no organismo também estão associados a benefícios mentais através da redução dos danos oxidativos aos neurônios direta e indiretamente, auxiliando na preservação da função cerebral e na manutenção das funções cognitivas, por conta da sua ação antioxidante.
A função significativa da vitamina C na síntese de neurotransmissores, como a serotonina e dopamina, demonstram a importância dessa vitamina na manutenção do equilíbrio emocional e saúde mental.
A falta de vitamina C pode provocar uma doença rara, porém bastante perigosa, chamada escorbuto, e a baixa absorção de ferro pode ser outra consequência, levando a anemia e sintomas como indisposição, falta de ar, tontura, palpitação, dor de cabeça, palidez de pele e mucosas, e enfraquecimento dos cabelos e unhas.
Além disso, a falta de vitamina C afeta diretamente a resistência às infecções, dificulta o processo de cicatrização de feridas e causa o envelhecimento precoce das células.
A escassez de vitamina C pode estar vinculada ao comprometimento cognitivo, especialmente em idosos, e está ligada à depressão, confusão mental e comprometimento cognitivo, incluindo desafios relacionados à memória, concentração e processos decisórios.
Os resultados indicam uma probabilidade três vezes maior de comprometimento cognitivo na ausência dessa vitamina em comparação com idosos que apresentavam níveis aceitáveis de vitamina C.