Os “idosos ativos” ou “novos idosos” querem ter maior integração social, como formas de investir em autoestima e autoimagem.
Eles buscam apoio para criatividade com o objetivo de preencher a rotina e manterem-se autônomos por mais tempo, não se limitando apenas ao convívio com a família.
A nova geração de idosos chega aos 60 anos com expectativa de viver por, pelo menos, mais um terço da vida.
A velhice é a etapa mais longa da vida do ser humano, pois ficamos nesta faixa etária normalmente dos 60 aos 90 ou cento e poucos anos
Os novos idosos têm urgência de “reinventar sua própria história”, ou seja, pensar em “novos projetos de vida” e em novos significados para sua existência.
Ser protagonista de sua história significa assumir o poder de tomar decisões para importante questões sociais e pessoais, não delegando a outro este poder.
Indivíduos estes que refletem e buscam a manutenção de sua autonomia para envelhecer com empoderamento.
Idosos ativos também exercitam o cérebro
Idosos ativos experimentam diferentes formas de envelhecer
Com o crescente envelhecimento da população, assistimos a um momento muito singular na história do nosso país, pois temos a forte presença de atores sociais idosos, contribuindo com o fortalecimento da economia brasileira, com a renda familiar, participando no mercado de trabalho e em Conselhos municipais, atuando em programas educativos, culturais, de lazer, esportivos e outras demais atividades para esta faixa etária, contribuindo também em tantas outras situações.
O público 60 + entra em cena e começa a mostrar suas múltiplas faces e papéis, sendo um dos grandes motivos de nos sensibilizarmos a valorizar e a comemorar o Dia do Idoso.
Contudo, é preciso escutar mais as vozes destes atores sociais, que protagonizaram tantas histórias de vida imersas na vivência do tempo.
Hoje, é tempo propício para inaugurar não uma simples “idade de ouro da velhice”, mas para abrir mais espaço na sociedade onde caiba a subversão da velocidade dos dias atuais, a participação ativa no cenário das preocupações sociais do momento, a possibilidade de experimentar as diferentes formas de envelhecer, desde as mais arrojadas até, porque não, as mais discretas e singelas.
Então saibamos que o tempo é agora!
E o protagonismo do idoso para continuar acontecendo precisa de mais espaço no palco da vida.
Neste sentido, deixo como mensagem a frase: “A beleza de ser um eterno aprendiz – Gonzaguinha”.