Treinos tiveram duração de 16 semanas e foram acompanhados por pesquisadores.
Houve melhora nas funções cardiorrespiratória e pulmonar, além da funcionalidade e força muscular.
Os pesquisadores notaram melhora em parâmetros cardiorrespiratórios, por exemplo, no consumo de oxigênio e recuperação da frequência cardíaca após esforço, diminuição da gordura corporal, e a redução de sintomas relacionados à doença.
Os pacientes diminuíram o número total de sintomas, e de maneira ainda mais enfática, sintomas como dor muscular, fadiga e fraqueza.
O programa melhorou todos os domínios analisados, com destaque para os componentes físicos, funcionamento físico, vitalidade e saúde geral.
O que observamos é que esse programa, que foi especificamente desenhado para essa população, foi ausente de intercorrências e, mais importante, também foi efetivo e capaz de melhorar os domínios físicos da qualidade de vida, além de melhorar a capacidade funcional e reduzir os sintomas persistentes.