Esquemas de treino como 4×8 ou 3×10 são apenas parte de um programa de hipertrofia mais amplo.
Para maximizar o crescimento muscular, é vital adotar uma faixa de repetições mais extensa, que vai de 4 a 50.
Este espectro mais amplo garante que todas as fibras musculares sejam estimuladas e levadas à fadiga, o que é essencial para um desenvolvimento muscular completo.
Em resumo, a diversificação nas faixas de repetição é a chave para um treino de hipertrofia verdadeiramente eficaz.
Não se limite a uma faixa estreita de repetições.
Inclua uma variedade mais ampla para garantir que todas as fibras musculares sejam trabalhadas, resultando em um crescimento muscular mais abrangente e robusto.
A estratégia ideal envolve a variação nas zonas de repetição.
Isso inclui trabalhar com 4-6 repetições para alta intensidade, 8-20 para média intensidade, e 20-50 para baixa intensidade.
Este método garante que todos os tipos de fibras sejam adequadamente estimulados.
As fibras Tipo IIB são extremamente poderosas e rápidas, mas fadigam com facilidade.
Já as fibras Tipo 1, de contração lenta, são essenciais para resistência e atividades de longa duração.
Para uma hipertrofia abrangente, é necessário estimular todos os tipos de fibras musculares: IIA, IIB e Tipo 1.
Cada tipo tem suas características únicas.
A crença comum é que a faixa de 8 a 10 repetições é suficiente para um treino de hipertrofia eficaz.
Mas, será que estamos ignorando o potencial de crescimento de 60% dos nossos músculos?
As repetições de 8 a 10 focam principalmente nas fibras tipo IIA.
Estas são fibras de contração rápida, importantes para força e velocidade.
No entanto, elas representam apenas uma parte do espectro muscular.
A imagem representa as caracteristicas morfologicas das fibras musculares.
Exemplo de treino Supino 4×10.8.6.4 Supino Inclinado 3×10.12.15 PD Pec-Dec 3×30 DROP SET Pull Over 3×15.20.30 MCC
Fisiculturistas profissionais frequentemente adotam técnicas como pirâmides e DROP SETs em seus treinamentos.
A pirâmide consiste em iniciar com pesos mais leves e mais repetições, aumentando progressivamente o peso e diminuindo as repetições.
Já o DROP SET inicia com pesos mais pesados e, após a fadiga, continua com pesos mais leves para mais repetições.
Essas técnicas são fundamentais para garantir o estímulo completo das fibras musculares.
Elas permitem que o músculo seja trabalhado em sua totalidade, promovendo um crescimento mais eficiente e distribuído.