A atividade física pode aumentar o risco de câncer?

Iara Maia
2025-08-14 04:19:35
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A falta de atividade física é hoje um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento de câncer entre os brasileiros.
Segundo um estudo, 12% dos cânceres de mama na pós-menopausa e 19% dos cânceres de cólon são atribuíveis à falta de atividade física no Brasil.
A atividade física regular pode reduzir o risco de câncer por meio de uma série de mecanismos biológicos.
Altos níveis de atividade física são necessários para obter um impacto considerável na prevenção do câncer de mama e cólon.
Uma das principais conclusões do estudo foi de que, a cada ano, até 8,6 mil casos de câncer em mulheres e 1,7 mil casos de câncer em homens poderiam ser evitados com aumento da atividade física na população.
Cerca de 2,3 mil casos seriam evitados por ano a cada ano se atingíssemos ao menos as recomendações da OMS.
Estudos recentes sugerem que a atividade física está relacionada com a redução de risco para até 13 tipos de câncer.
A promoção da atividade física regular deve ser uma das prioridades máximas na sua estratégia de medicina preventiva.
Os benefícios para a saúde dos beneficiários são muito significativos para serem ignorados.
Para obter bons resultados é fundamental saber como engajar seus beneficiários para que participem das atividades e mantenham uma rotina diária de exercícios.

Bruna Abreu
2025-08-08 02:51:23
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A falta de atividade física regular é um fator de risco significativo para o desenvolvimento de câncer.
A inatividade física contribui para o ganho de peso e a obesidade, que estão associados a um risco aumentado de vários tipos de câncer, incluindo câncer de mama, cólon, endométrio e esôfago.
Além disso, a falta de exercício pode levar a um metabolismo mais lento e a uma menor eficiência do sistema imunológico.
Já a prática regular de atividade física tem inúmeros benefícios para a saúde e pode reduzir significativamente o risco de câncer.
Exercícios físicos ajudam a manter um peso saudável, melhoram a função imunológica e reduzem a inflamação.
Recomenda-se que adultos pratiquem pelo menos 150 minutos de atividade física moderada ou 75 minutos de atividade física vigorosa por semana.

William Neto
2025-07-26 15:09:24
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Se o sedentarismo aumenta o risco de câncer, praticar uma atividade física com regularidade ajuda a reduzi-lo.
A atividade física regular ajuda a reduzir o risco de câncer.
Diversos estudos comprovam a associação entre atividade física e exercício físico com a redução do risco de câncer.
A prática de atividades físicas regulares ativa o sistema imunológico, ajudando-o a eliminar eventuais células que sofreram mutação, reduzindo o risco de desenvolver certas neoplasias.
Além disso, os benefícios também têm a ver com diversos fatores protetores, decorrentes do estilo de vida dos desportistas.
Nesse sentido, pode-se dizer que a prevenção do câncer também se deve à alimentação saudável, ao sono de qualidade, à redução do estresse e à regulação hormonal.

Ângela Simões
2025-07-23 16:28:09
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Manter uma rotina de atividade física é importante para diferentes aspectos da saúde, como manutenção do peso, redução dos riscos de doenças cardiovasculares e melhora do bem-estar mental. Agora, um novo estudo mostrou que fazer exercícios regularmente pode reduzir a progressão de câncer e o risco de morte.
As taxas de progressão do câncer e de morte por qualquer causa foram menores entre aqueles que eram fisicamente ativos no ano anterior ao diagnóstico.
As chances de progressão do câncer foram 16% menores para aqueles que praticaram atividade física de intensidade baixa no ano anterior ao diagnóstico da doença, em comparação com quem não praticou nenhum exercício.
Já para aqueles que fizeram níveis moderados a altos de atividade física, as chances foram 27% menores.
Da mesma forma, as chances de morte por qualquer causa foram 33% menores entre aqueles que praticaram níveis baixos de atividade física, em comparação com aqueles que não praticaram nenhuma.
Já entre aqueles que realizaram exercícios moderados a intensos, os riscos foram 47% menores.
“Saber que apenas 60 minutos de exercícios semanais regulares podem reduzir a probabilidade de progressão do câncer em 27% e de morte em 47% deve encorajar todos os médicos a usar exercícios como remédio”.
Além disso, a atividade física também pode reduzir o risco de progressão de tumores sensíveis a hormônios, como o câncer de mama e de próstata, ao regular os níveis de estrogênio e testosterona.
"A atividade física pode ser considerada como conferindo benefícios substanciais em termos de progressão e mortalidade geral para aqueles diagnosticados com câncer".
"Em um mundo onde o câncer continua a ser um fardo significativo para a saúde pública, a promoção da atividade física pode gerar benefícios importantes em relação à progressão do câncer, bem como sua prevenção e gerenciamento".

Íris Barros
2025-07-18 15:43:45
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A ciência comprova, a cada novo estudo sobre o tema, que existe relação entre o sedentarismo e o câncer.
De acordo com um estudo divulgado no periódico científico Cadernos de Saúde Pública, 72,5% das pessoas acometidas pelo câncer no Brasil têm vida sedentária.
A falta de atividades física aumenta a chance de obesidade.
Combinados, os dois fatores aumentam consideravelmente a ocorrência de diversos tipos da doença, como mostra essa preocupante estatística, apresentada pelo Instituto Vencer o Câncer, sobre a chance do sedentarismo estar relacionado ao desenvolvimento de cânceres:
50% da incidência de câncer de endométrio;
37% dos casos de câncer de esôfago;
25% dos tumores malignos do cólon e
20% das ocorrências de câncer de mama.
Não existem evidências científicas que comprovem, objetivamente, que o sedentarismo eleva a fatalidade do câncer.
No entanto, segundo artigo publicado na Revista Brasileira de Medicina do Esporte, alguns estudos demonstram que, em pessoas com ocupações que demandam pouca movimentação, a incidência de morte por câncer é maior do que naquelas que trabalham fazendo algum tipo de atividade física.
Além disso, as pessoas sedentárias têm mais propensão a desenvolver diabetes, doenças cardiovasculares e metabólicas.
É inegável que o organismo debilitado por disfunções ou patologias crônicas estará menos fortalecido no combate ao câncer.
Assim, mudar a rotina, incluindo práticas mais saudáveis, pode ser uma atitude determinante para manter-se livre da incidência do câncer.
Mostramos, ao longo deste artigo, que o sedentarismo está presente na grande maioria dos casos de câncer, dos mais variados tipos.
Falamos, ainda, sobre os principais fatores de risco para a doença, que tem origem em como o indivíduo se relaciona com o seu entorno, seja por hábitos alimentares ou comportamentais.
A atividade física não está relacionada a um maior risco de câncer, pelo contrário, ela ajuda a preveni-lo e a desenvolver uma rotina saudável e ativa diminui essa chance.

Isabela Pinto
2025-07-04 20:10:40
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: 13
Uma boa aptidão cardiorrespiratória está associada a um risco até 40% menor de desenvolver nove tipos de câncer, pelo menos em homens.
Em comparação com homens com baixo nível de condicionamento físico no recrutamento, um maior condicionamento cardiorrespiratório foi associado a um menor risco de desenvolver tipos específicos de câncer: cabeça e pescoço, esôfago, estômago, pâncreas, fígado, intestino, rim e pulmão.
Câncer retal: redução de 5% no risco; Câncer pancreático: redução de 12% no risco; Câncer de intestino: redução de 18% no risco; Câncer de cabeça e pescoço: redução de 19% no risco; Câncer renal: redução de 20% no risco; Câncer de estômago: redução de 21% no risco; Câncer de tubo alimentar: redução de 39% no risco; Câncer de fígado: redução de 40% no risco; Câncer de pulmão: redução de 42% no risco.
Mas uma maior aptidão cardiorrespiratória também foi associada a um risco aumentado de 7% de câncer de próstata e um risco aumentado de 31% de câncer de pele.
O rastreamento do câncer de próstata e a exposição à luz solar podem explicar essas descobertas, sugerem os pesquisadores.
Este estudo mostra que uma maior aptidão em homens jovens saudáveis está associada a um menor risco de desenvolver 9 dos 18 cânceres específicos do local investigados, com as taxas de risco clinicamente mais relevantes no trato gastrointestinal.
Os resultados podem ser usados na formulação de políticas de saúde pública, fortalecendo ainda mais o incentivo para a promoção de intervenções destinadas a aumentar a aptidão cardiorrespiratória entre jovens.
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