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Como o emocional afeta o emagrecimento?

Érica Pinho
Érica Pinho
2025-08-04 14:44:44
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O emocional pode ter papel tão decisivo quanto a genética – leva a pessoa a comer mais, funcionando como autêntico obstáculo à perda de peso e à aderência a um programa de emagrecimento. São vários os problemas psicológicos que podem provocar o aumento de peso ou impedir que a pessoa emagreça. Compulsão alimentar faz com que a pessoa coma não por fome ou prazer, mas por ansiedade, apressadamente, ingerindo grandes quantidades de alimentos em curto período de tempo. Depressão afeta o indivíduo como um todo, quem está deprimido apresenta, entre outros sintomas, alteração no comportamento alimentar, que pode levar ao ganho de peso. Ansiedade é vilã número um das dietas alimentares, pessoas tensas, excessivamente preocupadas, com pânico ou medos diversos podem buscar no alimento um remédio para seus males, para um estado interno de desconforto indefinido. Estresse é comprovado que o estresse tem influência sobre o peso corporal, seja pelo aumento do cortisol circulante no sangue ou da quantidade de alimento ingerida, que passa a atuar como mecanismo antiestresse. Quando problemas psicológicos estão presentes, sejam eles causa ou efeito, dificultam ou inviabilizam a perda de peso.
Viviane Miranda
Viviane Miranda
2025-07-28 03:05:07
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O estresse pode se tornar um obstáculo para aqueles que querem emagrecer. O cortisol é um hormônio produzido pelas glândulas suprarrenais, que ficam acima dos rins. Ele é responsável por ajudar o organismo a controlar o estresse, contribuindo para o bom funcionamento do sistema imunológico. São nesses casos que o estresse pode prejudicar o metabolismo, tornando mais difícil o processo de emagrecimento. Quando existe um aumento excessivo e prolongado, ele é responsável pela quebra das proteínas e depósito de gordura. Ou seja, pode resultar em perda de massa muscular e acúmulo de gordura, principalmente na barriga. Além disso, esse desequilíbrio pode aumentar nossa fome, elevando o consumo de doces e alimentos mais calóricos. Encontrar uma válvula de escape para eliminar o estresse é essencial. Uma ótima opção são os exercícios físicos, pois liberam hormônios bons capazes de diminuir a tensão, melhorar a qualidade do sono e até equilibrar a nossa alimentação, o que também é importante para evitar o cortisol elevado.
Luísa Melo
Luísa Melo
2025-07-18 20:14:10
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Nosso comportamento alimentar está diretamente ligado ao nosso estado emocional. Quem nunca recorreu a um chocolate ou a um um prato mais calórico para aliviar o estresse? Esse é um mecanismo muito comum chamado de alimentação emocional. Quando não conseguimos lidar bem com emoções como ansiedade, tristeza ou frustração, acabamos buscando conforto na comida. Mas o problema não é apenas o ato de comer. É todo o ciclo que se forma a partir disso: culpa, baixa autoestima, desmotivacão e abandono do processo de emagrecimento. Sem uma boa saúde mental, entramos em um ciclo de autossabotagem, que impede o progresso real e duradouro. O estresse crônico estimula a produção de cortisol, um hormônio que, em excesso, está associado ao aumento de peso, principalmente na região abdominal. Além disso, a ansiedade pode prejudicar a qualidade do sono, aumentar a compulsão alimentar e dificultar a adesão a hábitos saudáveis. Eu sempre explico para meus pacientes: não basta apenas fechar a boca e ir para a academia. Se o seu emocional estiver em desequilíbrio, todo o processo será mais doloroso, mais lento e, muitas vezes, sem resultados sustentáveis.
Valentim Vaz
Valentim Vaz
2025-07-10 15:23:43
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De fato, nossas emoções, influenciam direta e indiretamente o processo de emagrecimento ou obesidade. Uma pessoa ansiosa tende a comer mais e muitas vezes nem se dá conta. Uma pessoa deprimida pode sentir mais necessidade de comer, e nesse caso o açúcar acaba sendo uma ótima saída pelo aumento de neurotransmissores relacionados ao prazer ou muitas vezes o deprimido perde o apetite por pura falta de vontade de viver, levando a anorexia. Outro fator emocional também, é o estresse. O dia a dia, a correria e a velocidade que os fatos acontecem na nossa rotina, muitas vezes nos levam ao hábito de comer fastfood diariamente, levando ao ganho de peso. Além disso o estresse também participa elevando o cortisol na corrente sanguínea. O cortisol favorece o aumento dos níveis de açúcar na circulação, fazendo com que os níveis de insulina também aumentem, levando assim, a um aumento da gordura abdominal. Fica claro então que obesidade não é apenas uma doença física. A maioria das pessoas que estão acima do peso, não estão por excesso de fome e sim pela simples vontade de comer. Com isso, não comem por uma questão fisiológica, mas pela sensação de prazer ou pela “compensação” que a comida traz e aí mora o perigo, pois muitos perdem esse controle, surgindo então uma compulsão alimentar. Que comer é bom ninguém tem dúvida. Ao comer, o corpo relaxa e leva a sensação de prazer. Aliás, as melhores confraternizações acontecem ao redor de uma mesa normalmente farta de comidas. Mas comer, pode ser um problema para quem está sofrendo alguma alteração emocional e pode se tornar uma válvula de escape. Sendo assim, é de extrema importância que o médico e/ou nutricionista tenha essa percepção. Uma boa conversa durante a consulta, um olhar diferenciado, atenção redobrada, são capazes de captar sinais e sintomas de alterações emocionais em um paciente e nesses casos, apenas orientar atividade física e dieta, não é a solução perfeita. Muitas vezes o tratamento para emagrecimento precisa ser multidisciplinar, com participação de profissionais como psicólogos e psiquiatras, além do médico e nutricionista. Infelizmente hoje falta muito esse cuidado na área de saúde. É muito comum ver prescrições de inúmeros multivitamínicos, suplementos, medicações para emagrecer para pacientes que precisavam antes de tudo ouvir: você está bem? Ou Conte-me da sua vida? Realmente, emagrecer não é uma ciência exata.
Márcio Barros
Márcio Barros
2025-07-10 14:37:07
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Os períodos de luto ou tristeza podem ocasionar momentaneamente mudanças na alimentação, provocando casos de perda ou ganho de peso. Há quem recorra à comida como recompensa ou conforto para aliviar tensões, estresses, ansiedades e tristezas, um hábito que ficou conhecido como “fome emocional”. Nesses casos, em vez de ativar o mecanismo de recompensa, o cérebro ativa o bloqueio e a repulsa à comida, segundo explica o médico Fernando Alves, endocrinologista do Hospital Santa Lúcia e membro titular da Sociedade Brasileira de Endocrinologia (SBE). Tem gente que engorda, eu emagreço com tristeza e problemas, como revelou Luisa Mell. Muitas vezes, esse estresse constante pode aumentar a produção de alguns hormônios, como o cortisol, que tendem a alterar a sensação de fome. Os transtornos, como a anorexia e a bulimia, podem causar problemas mais sérios, como déficit de vitaminas, impactando na produção de hormônios.
Duarte Jesus
Duarte Jesus
2025-07-10 11:02:28
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O impacto do emocional no emagrecimento é profunda e complexa. Muitas pessoas recorrem à comida como uma forma de lidar com o estresse, a ansiedade, a tristeza ou outras emoções negativas. Essa relação entre as emoções e a alimentação pode levar a um padrão de “comer emocional”, onde a comida é usada como uma forma de consolo ou escape. O comer emocional pode sabotar os esforços de emagrecimento, uma vez que, geralmente, envolve o consumo de alimentos não saudáveis, altamente calóricos e pobres em nutrientes. Além disso, quando estamos emocionalmente abalados, tendemos a perder o controle e comer em excesso, o que pode levar ao ganho de peso. A conexão entre as emoções e o emagrecimento é profunda e complexa. Muitas pessoas recorrem à comida como uma forma de lidar com o estresse, a ansiedade, a tristeza ou outras emoções negativas. Reconhecer a relação entre as emoções e a alimentação é fundamental para superar esses obstáculos.