Parece contraditório: cada vez mais, o exercício aparece como promotor do bem-estar e da saúde, mas, ao mesmo tempo, um treino muito intenso pode gerar um mau humor danado – temporário, felizmente.
A atividade física intensa, sem intervalos e executada até a exaustão – realizada pelo segundo grupo do estudo –, levou a uma piora do humor, assim como aumentou os níveis de ansiedade dos jovens.
Já os exercícios moderado e intenso intervalado – primeiro e terceiro grupos – resultaram em manutenção de bom estado de humor dos jovens participantes, assim como das taxas de cortisol no sangue.
Para manter o bom humor, o ideal é intercalar picos de esforço e exercícios mais leves, ajudando o corpo a descansar.
Uma possibilidade é executar exercícios de alta intensidade de forma intervalada, incluindo breves períodos de descanso, assim como alternar dias de treino intensos com dias leves, preservando o bom estado de humor, uma vez que o humor é um indicador importante da nossa saúde mental.
Fazer exercício físico é um tipo de estresse, pois altera nosso estado de equilíbrio.
Sentimos irritação e dor, e isso faz parte do processo.
Essa substância desempenha funções importantes para o correto funcionamento do nosso organismo, como, por exemplo, auxiliar no processo de obtenção de energia a partir do glicogênio.
Um músculo sob estado de fadiga gera modificações comportamentais que são inicialmente positivas, pois funcionam como alerta ao organismo [de que se deve parar o exercício].
Mas, quando se atinge um grau extremo dessa fadiga, há uma modificação temporária nas sensações e emoções que exige um tempo de recuperação física e emocional para próxima sessão.