Seus resultados positivos, conjuntamente à suplementação de magnésio em pessoas com diabetes, com resistência à insulina ou público em geral, forneceram benefícios significativamente maiores na modulação da insulina e nos níveis de concentração glicêmica em jejum.
Além disso, mesmo que as fontes principais deste mineral, entre elas, os vegetais de folhas verde-escuras, as nozes, o feijão e o cacau, contenham quantidade significativa, a exigência diária nutricional, comumente, não é alcançada, assim, levantando a importância de sua suplementação.
A dose diária recomendada deste nutriente é de 300 a 350mg/dia para um adulto saudável, com um adicional de 150mg/dia durante a gravidez e a lactação.
Uma causa importante dessa escassez pode ser atribuída à dieta inadequadamente equilibrada ou absorção intestinal reduzida.
A análise dose-resposta, com acompanhamento de 4 a 30 anos, revelou que um aumento de 100mg/dia de magnésio na dieta está significativamente associado a uma diminuição de 7% no risco de acidente vascular cerebral, 22% no risco de insuficiência cardíaca, 19% no risco de diabetes tipo 2 e 8% no de doença arterial coronariana.