A boa notícia é que a ideia geral da estruturação do cardápio permanece a mesma, mudando somente a forma como as informações são encaixadas na plataforma.
Aderindo a um cardápio digital, por exemplo, você pode manter a ideia de separar o menu por páginas, sendo cada página uma categoria diferente.
Vale, também, categorizar os produtos normalmente e acrescentar uma tag ou sinalização que indique que o prato é amigável para vegetarianos, diabéticos ou outros.
Uma outra solução é criar uma seção à parte somente para pratos que sejam amigáveis a pessoas que seguem um dos tipos de alimentação citados acima, e para isso, usar imagens de cardápio para editar pode ajudar.
Assim, poderá poupar o tempo do cliente em buscar, na descrição do produto, pratos que possa consumir tranquilamente.
Em outras palavras, considere um cardápio estrutura de texto coerente para que a informação fique clara e direta, sem ocupar muito espaço.
A descrição do prato nada mais é do que uma apresentação por escrito do que cada produto é composto.
Essa etapa na criação do cardápio é indispensável, pois irá garantir que o cliente entenda melhor o que estará consumindo e até mesmo poderá tentá-lo a experimentar algo novo.
Digamos, por exemplo, que seu estabelecimento vende massas, entre outras delícias do gênero.
No menu, o prato “Macarronada com super almôndegas” conta com a seguinte descrição: “Espaguete ao molho sugo com almôndegas deliciosas caseiras!”.
Aqui, qualquer pessoa que ler, entenderá que se trata de um prato de macarrão com molho sugo e almôndegas caseiras, dispensando que o título ofereça todos os detalhes.
Dessa maneira, poderá criar nomes criativos para os produtos, sem se preocupar em confundir o cliente.