Osteoporose e osteopenia.
Quem tem estas doenças deve evitar movimentos que impliquem o risco de fraturas.
Existem instrutores especializados em osteoporose e Pilates, porque, para que as suas rotinas sejam eficazes, requerem uma prática especialmente orientada para a sua prevenção e o seu tratamento.
Estudos demonstraram que, se não for esse o caso, a sua prática melhora a qualidade de vida, mas não produz alterações em níveis de recuperação óssea.
Para realizar a regeneração do tecido ósseo, é necessário incluir exercícios de carga e impacto, bem como a introdução de movimentos em diferentes direções e velocidades.
Além disso, o fortalecimento do abdómen, da coluna vertebral e das pernas é crucial para quem sofre destas doenças, uma vez que um dos seus principais riscos são as quedas.
Hérnias e outros problemas de coluna.
Da mesma forma, estas pessoas precisam de ser avaliadas por um instrutor qualificado para determinar que tipo de exercício físico é seguro e eficaz para a sua situação.
Artrose e dores articulares graves.
Neste caso, é necessário evitar movimentos que representem dor, bem como certo tipo de posições.
Pós-cirurgia.
É o mesmo que para qualquer patologia, pelo que é preciso consultar as rotinas que podem afetar a cicatrização, por exemplo.
Lesão e dor agudas.
Sem dúvida que o instrutor de Pilates deve ser informado deste tipo de lesões, fornecendo relatórios das mesmas.
Doenças cardiovasculares, hipertensão arterial e diabetes.
Estas e outras doenças crónicas requerem igualmente uma avaliação prévia, bem como a necessidade de substituir ou até mesmo eliminar alguns exercícios.
Gravidez.
O Pilates é um tipo de exercício positivo para esta fase, embora também possam ser possíveis algumas modificações.
Neste sentido, não é raro encontrar aulas de Pilates para grávidas.
Em caso de repouso médico.
Sofre de obesidade mórbida.
Em caso de inflamação aguda.
Quando se está numa gravidez de risco.