O exercício físico combate a degradação muscular, garantindo maior longevidade e qualidade de vida aos idosos.
O problema é que menos da metade das pessoas com mais de 65 anos faz exercícios suficientes para se manter saudável, e mais da metade das pessoas com mais de 65 anos tem pelo menos duas doenças.
No início de 2018, pesquisadores da Universidade de Birmingham examinaram os músculos de 125 ciclistas amadores masculinos e femininos.
O estudo mostrou que aquelas que se exercitavam regularmente não experimentavam um declínio na massa e força muscular.
Surpreendentemente, o estudo descobriu que o sistema imunológico das ciclistas também não parecia estar envelhecendo, sugerindo que elas podem ter evitado a maioria dos sintomas da menopausa.
Foi demonstrado que os benefícios do treinamento se estendem além dos músculos.
Um órgão chamado timo, que produz células imunológicas chamadas células T, começa a encolher aos 20 anos de idade, produzindo menos células de imunidade.
Além do exercício físico regular e constante, outros fatores que podem influenciar no retardo envelhecimento muscular são: Quantidade de proteína consumida diariamente.
Proteínas produzidas quando os músculos se contraem, chamadas miocinas, podem afetar órgãos distantes, como o cérebro, para proteger os músculos de danos e prevenir perda de memória e demência senil.
Por mais que essa transformação esteja diminuída com a idade, ela acontece e retarda o envelhecimento bem como proteger outros órgãos do corpo.
A capacidade de permanecer fisicamente ativo e ter a liberdade de realizar todos os movimentos pelo tempo que quiser com seus entes queridos e se aposentar melhor pode ajudá-lo a ter uma vida mais agradável e gratificante.
Vale a pena dedicar-se constantemente a manter seus músculos ativos.