Quem trabalha à noite pode fazer musculação?

Mariana Machado
2025-07-21 17:00:36
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Fato é que muita gente sente que o nível de energia fica mais alto à noite. Além disso, o corpo também está cheio de comida, o que significa que não será preciso lutar contra a fome ou a falta de energia, como pode acontecer em outros horários. É mais provável que você dê o seu melhor no treino Quando você realmente quer se esforçar e testar seus limites, pode ser melhor deixar seu treino para o final do dia. Estudos demonstraram que o desempenho físico — força, velocidade, potência, resistência, por exemplo — atinge seu pico à tarde ou de noite. Já em contrapartida, comer demais pode deixar o corpo mais lento e ainda causar desconforto abdominal durante as atividades físicas, sendo indicado se alimentar de uma a duas horas antes de ir treinar para evitar esses problemas.

Rafael Marques
2025-07-11 21:36:02
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Exercícios que fortalecem os ossos e os músculos são essenciais para evitar doenças e demais problemas de saúde.
Exercícios que utilizam o peso do próprio corpo, como a musculação e a prática de esportes, são algumas das recomendações.
Além disso, atividades como Tai chi e ioga são indicadas para fortalecer ossos e músculos.
Pessoas que se exercitam depois dos 30 anos reduzem a queda natural do corpo, conseguem preservar a força óssea e muscular e vivem muito melhor.
Quando nos exercitamos à noite – quando o açúcar no sangue está mais alto – os músculos retiram o excesso de glicose para usá-lo como combustível, dando mais energia ao corpo e ajudando a aumentar as calorias queimadas.
A prática também reduzir o risco de sensibilidade à insulina, o que é benéfico para o controle da diabetes.
O exercício não é de forma alguma a única solução para a crise da obesidade, mas esta investigação sugere que as pessoas que conseguem organizar a atividade em determinados momentos do dia podem compensar melhor alguns destes riscos para a saúde.
Ao final do experimento, as pessoas que se exercitavam depois das 18h apresentaram um risco 36% menor de desenvolver doenças cardíacas em comparação com as que não praticavam nenhum exercício, e 61% menor de morrer por essas mesmas doenças.