A dor crônica é um importante fator causal para redução da qualidade de vida desses pacientes.
Considerada uma intervenção não medicamentosa, a atividade física atua positivamente na redução da dor, na melhora da qualidade de vida e da depressão.
Caminhada ou corrida, academia e hidroginástica não se mostram tão eficazes para a melhora dos sintomas como as atividades mais socializadas, como aulas de dança de salão, esportes ou outras modalidades de dança.
Estudos prévios demonstraram que a prática de exercício físico aeróbico contribui no controle da dor, fadiga, depressão e qualidade de vida dos pacientes com fibromialgia.
A dor crônica é um importante fator causal para redução da qualidade de vida desses pacientes, o comprometimento do desempenho ocupacional e alteração do humor e depressão.
Ainda não foram encontradas frases que mencionem agachamento.
A pesquisa mostrou que, apesar de observada uma correlação entre pior qualidade de vida, intensidade da dor e sintomas de depressão, a melhora desses sintomas típicos da fibromialgia é atribuída às atividades físicas.
Entretanto, não foi contabilizada a quantidade da atividade praticada, se pouca ou muita, para que ocorra uma melhora importante.
A prática do exercício físico influencia várias vias relacionadas às áreas de modulação da dor.
Pessoas com o diagnóstico de síndrome da fibromialgia podem receber tratamento na FMUSP.
Os pesquisadores avaliaram a qualidade de vida dos pacientes com fibromialgia em relação aos seguintes domínios: capacidade funcional, status de trabalho, distúrbios psicológicos, sintomas físicos e dolorosos.
Quem tem fibromialgia demonstra maior depressão, dor e, consequentemente, pior qualidade de vida do que a população normal e os portadores de outras doenças reumatológicas como os portadores de osteoartrite de joelhos e artrite reumatoide.
Especificamente sobre agachamento, a resposta é: none.