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Quais são os adoçantes artificiais mais prejudiciais?

Kyara Anjos
Kyara Anjos
2025-07-30 15:54:45
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Os adoçantes artificiais devem ser utilizados apenas por quem já tem diabete e em quantidades mínimas. Pelo contrário, as pesquisas mostraram que o uso desses produtos químicos pode trazer prejuízos à saúde quando utilizados em excesso e por tempo prolongado. Podem aumentar o risco de desenvolver diabete tipo 2 e doenças cardiovasculares, colaborando para uma maior taxa de mortalidade em adultos. Entre os desaconselhados estão: acesulfame K aspartame advantame ciclamatos neotame sacarina sucralose estévia e seus derivados. NSS não são fatores dietéticos essenciais e não têm valor nutricional. O estudo chama a atenção de que a gente deve reduzir ao máximo tanto a quantidade de açúcar quanto de alimentos artificiais, como os adoçantes, no dia a dia, utilizando-os o mínimo possível. O popular adoçante artificial eritritol, que é usado como substituto do açúcar em muitos produtos cetogênicos, de baixa caloria e baixo teor de carboidratos, tem sido associado a um risco aumentado de ataque cardíaco, derrame e morte, de acordo com um estudo publicado na Nature Medicine. E os méritos e deficiências de adoçantes alternativos, como aspartame, sucralose, estévia e sacarina, são debatidos há anos. Falta consenso, mas um estudo de 2019 sugeriu que beber refrigerantes adoçados artificialmente estava associado ao aumento de mortes por doenças circulatórias.
Davi Henriques
Davi Henriques
2025-07-17 16:34:12
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Entre os adoçantes artificiais desaconselhados pela OMS estão aspartame, ciclamatos, sacarina, acesulfame K, advantame, neotame, sucralose, estévia e seus derivados. Já os não nutritivos, conhecidos como artificiais, incluem substâncias de diferentes classes químicas que são 30 a 13 mil vezes mais doces que a sacarose. Entre eles, estão aspartame, sacarina, sucralose e estévia. A Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgou ontem (15) um alerta com relação ao consumo de adoçantes que não são eficazes para a redução de gordura corporal e podem também ser um risco maior para a diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares e até mortalidade na população adulta. Os adoçantes são classificados como naturais e artificiais. Estes últimos são, ainda, divididos entre nutritivos e não nutritivos, dependendo se contêm ou não calorias, respectivamente.
Benedita Sousa
Benedita Sousa
2025-07-17 15:33:10
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Ciclamato de sódio: A matéria-prima desse produto é o ácido ciclo hexano sulfâmico, proveniente do petróleo. Presente em refrigerantes, sorvetes, adoçantes de mesa, entre outros, o ciclamato não possui calorias, mas há estudos que ligam o seu uso a tumores cancerígenos. Sacarina: Embora adoce cerca de 200 vezes mais do que a sacarose, a sacarina costuma deixar um gosto amargo e metálico. Ela também é derivada do petróleo e não deve ser consumida por pessoas hipertensas, nem por mulheres grávidas. Aspartame: Alguns estudos mostram que o aspartame pode apresentar inúmeros efeitos colaterais, como náuseas, dores de cabeça, irritabilidade, ganho de peso, entre outros. Ele é contraindicado para gestantes, lactantes e portadores de fenilcetonúria (incapacidade do organismo de metabolizar a fenilalanina, que é diagnosticada no teste do pezinho).
Núria Nogueira
Núria Nogueira
2025-07-17 13:49:02
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Entre os exemplos de adoçantes artificiais desaconselhados estão o acesulfame K, aspartame, advantame, ciclamatos, neotame, sacarina, sucralose, estévia e seus derivados. E quem faz uso de adoçantes está sob risco de aumento de diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares e até morte, no caso e pessoas idosas. A substituição de açúcares livres por adoçantes naturais, como frutas, é a melhor alternativa. A OMS chama a atenção particular para a forma como o público consome adoçantes sem açúcar. No entanto, as novas evidências apontam que consumidores de adoçantes sintéticos tendem a obter mais calorias do que quem não usa adoçante. Segundo a agência, não existe nenhum benefício a longo prazo na redução de gordura em adultos e crianças. A exceção da recomendação da OMS vai para os que vivem com diabetes preexistente. A recomendação é que as pessoas reduzam completamente o açúcar da dieta humana, começando mais cedo possível para melhorar sua saúde. Controle de peso em longo prazo Para o diretor de Nutrição e Segurança Alimentar da OMS, Francesco Branca, substituir açúcares livres por adoçantes sem açúcar não apoia o controle de peso a longo prazo. As orientações atualizadas foram publicadas nesta segunda-feira, em Genebra. É preciso considerar outras maneiras de reduzir a ingestão de açúcares livres, como consumir alimentos com açúcares naturais, como frutas ou bebidas não açucaradas. Outra questão é que os NSS não são fatores dietéticos essenciais e carecem de valor nutricional. A agência destaca que as pessoas podem adicionar alimentos e bebidas à sua dieta e acreditar que os alimentos que contêm adoçantes artificiais são “mais saudáveis”.