A condição física se encontra positivamente ligada à saúde mental e ao bem estar.
A prática de atividade física é uma terapia adjuvante altamente benéfica.
As pesquisas demonstram que a prática de exercícios regulares, além dos benefícios fisiológicos, acarreta benefícios psicológicos, tais como: melhor sensação de bem estar, humor e auto-estima, assim como, redução da ansiedade, tensão e depressão.
No plano clínico, é opinião atual que a atividade física produz efeitos emotivos benéficos em quaisquer idades e sexos.
A teoria da endorfina sugere que a atividade física desencadearia uma secreção de endorfinas capaz de provocar um estado de euforia natural, por isso, aliviando os sintomas da depressão.
A hipótese cognitiva se fundamenta na melhoria da autoestima mediante a prática do exercício, sustentando que os exercícios em longos prazos ou os exercícios intensivos melhorariam a imagem de si mesmo e, conseqüentemente, a autoestima.
A depressão está associada a uma alta incapacidade e perda social.
Muitos estudos apontam à possibilidade de pessoas fisicamente ativas, em qualquer idade, apresentarem uma melhor saúde mental do que sedentários.
Alguns deles, por exemplo, preferem acreditar que o exercício físico regularia a neurotransmissão da noradrenalina e da serotonina, igualmente aliviando os sintomas da depressão.
O tratamento padrão para depressão – psicoterapia e prescrição medicamentosa – é extremamente efetivo, porém a prática de atividade física é uma terapia adjuvante altamente benéfica.
No entanto, para obter respostas mais precisas e atualizadas à pergunta, recomenda-se consultar um profissional de saúde ou uma fonte confiável e atualizada sobre o assunto.