A sede é um dos primeiros sinais de desidratação.
Confira abaixo mais alguns indícios que o corpo dá quando está desidratado:
Urina escura: observar a urina é uma boa forma de medir os níveis de hidratação do organismo.
Quando falta água, ela fica escura e com um odor mais forte, devido à alta concentração de ureia.
Prisão de ventre: o ajuste da ingestão de água pode, muitas vezes, resolver casos de prisão de ventre, sabia?
Isso porque os níveis de hidratação no intestino precisam estar ideais para que ocorram os movimentos peristálticos e o bolo fecal seja eliminado com facilidade.
Cãibras: Os músculos também precisam estar hidratados para desempenharem sua função.
A falta de água e minerais impede que as contrações musculares aconteçam de forma adequada, provocando cãibras frequentes.
Irritabilidade, cansaço e falta de memória: A falta de água deixa o sangue menos fluído.
Por isso, o oxigênio e nutrientes importantes demoram mais a chegar até o cérebro, trazendo prejuízos cognitivos, como raciocínio lento, alterações de memória e irritabilidade, entre outros sinais.
Dores de cabeça: Com a baixa nos níveis de água, a capacidade de eliminar toxinas do organismo também diminui, o que pode estar por trás de muitas cefaleias.
Para quem sofre de enxaqueca, a falta de água também pode ser um gatilho.
Mau hálito: Um corpo desidratado produz menos saliva e essa “secura” pode favorecer o mau cheiro ligado à multiplicação de bactérias, já que a saliva também é responsável por controlar o crescimento de micro-organismos.
Pele seca: A baixa ingestão hídrica também desidrata a pele, deixando-a sem viço e até mesmo flácida.
A dificuldade em eliminar toxinas também pode favorecer, a longo prazo, um processo mais acelerado de envelhecimento cutâneo.