Jogos coletivos – basquete, futsal, handebol e vôlei, por exemplo – trazem, além dos benefícios acima, outros para o desenvolvimento das pessoas, principalmente das crianças.
O esporte coletivo proporciona situações imprevisíveis no decorrer das partidas.
Com isso, as atividades podem ensinar, de forma leve, grandes lições que serão importantes para toda a vida, como: Aprender a aceitar as próprias falhas e a dos colegas;
Saber lidar com situações adversas;
Ter resiliência e boa capacidade de adaptação;
Superar derrotas e encará-las como oportunidades de aprimoramento;
Aprender a perder e a ganhar.
Além disso, existem outros ganhos, como: Desenvolvimento do senso de coletividade
Pela necessidade da cooperação de todos para que o esporte seja bem-sucedido, os jogos coletivos ajudam no desenvolvimento da capacidade de trabalho em equipe, priorizando o pensamento coletivo antes do individual.
Ganhos para a saúde física É inegável que a prática regular de atividades físicas traz inúmeros ganhos para a saúde do corpo, e isso vale também para a prática de jogos esportivos coletivos.
Melhoria no condicionamento físico, fortalecimento da musculatura, aumento da flexibilidade e da coordenação motora e diminuição da probabilidade de desenvolver doenças cardiorrespiratórias são só alguns exemplos dos inúmeros benefícios que os esportes coletivos trazem para a saúde.
Melhoria na qualidade do sono Assim como outras formas de atividades físicas, os esportes coletivos também ajudam a regular o sono, trazendo uma qualidade de vida maior, já que um bom sono influencia diretamente na saúde física e mental.
Alívio do estresse Não é só a saúde física que se beneficia da prática de jogos esportivos coletivos, mas também a saúde mental.
Os esportes coletivos auxiliam no alívio do estresse e da ansiedade, por conta da liberação de dopamina e serotonina, importantes hormônios do equilíbrio do humor.
O indicado é apresentar diversas atividades aos pequenos e deixar que eles escolham aquela que mais gostam!
Um cuidado importante que os pais precisam ter é não cobrar os filhos para que eles obtenham vitórias nos esportes (coletivos ou individuais) ou se dediquem aos treinos para se tornarem atletas profissionais.
A prática deve ser lúdica, encarada como lazer — claro que, se o(a) jovem tiver aptidão e quiser, ele(a) pode investir em uma carreira esportiva, mas isso deve ser uma escolha dele(a).