Existem diferentes tipos de alongamentos, todos eles com a capacidade de melhorar a flexibilidade, não se podendo afirmar que uns sejam melhores em detrimento dos outros: Alongamento estático: o próprio atleta alonga o seu músculo e mantém a posição durante 30 a 60 segundos.
Alongamento passivo: é feito por uma terceira pessoa, levando a amplitude articular para além do que é possível fazer ativamente.
Alongamento balístico: um estiramento rápido, brusco.
Alongamento com técnica de facilitação neuromuscular: uma contração muscular forte seguida de um alongamento, tirando partido da facilitação do movimento, devido à resposta fisiológica do músculo.
Os alongamentos devem envolver os principais grupos musculares dos membros inferiores e devem ser feitos bilateralmente.
Execute o movimento lentamente e mantenha-o durante cerca de 30 a 60 segundos, estirando o músculo até ao limiar da dor, e repita-o três a cinco vezes a cada treino.
Os principais grupos musculares dos membros inferiores são: Psoas ilíaco, Isquiotibiais, Quadricípite, Glúteos, tensor da fáscia lata, Gémeos e solear, tendão de Aquiles e fáscia plantar.
O momento ideal para fazer exercícios de flexibilidade é quando os músculos já estão “quentes”.
Se quiser fazer apenas exercícios de flexibilidade, faça primeiro um aquecimento de cerca de dez minutos, por exemplo, uma caminhada.
Cada pessoa tem as suas características e necessidades, dependendo, por exemplo, da sua idade, género, grupo étnico e atividade física que realiza.
É, por isso, importante que as recomendações sejam ajustadas caso a caso.
Para evitar lesões, esclarecer dúvidas sobre os alongamentos ou ajustar o plano de alongamentos às suas características, fale com o seu médico assistente ou com um profissional de saúde.
Este poderá orientá-lo, evitando que cometa erros.
Por exemplo, demasiada flexibilidade pode ser prejudicial, predispondo a lesões e diminuindo até o rendimento desportivo.
Após um alongamento, o músculo tem transitoriamente uma menor capacidade de produção de força.