A musculação pode, sim, se tornar parte de um plano de condicionamento físico já a partir dos sete anos de idade.
Mas sempre com o acompanhamento e supervisão de um profissional de educação física habilitado.
Para treinar força, as crianças devem ser capazes de seguir as instruções e praticar de forma adequada.
É possível instituir programas bem supervisionados, observando as condições de saúde do praticante e os objetivos do exercício.
Se a criança tiver determinadas patologias, como hipertensão arterial, cardiopatias, doenças musculares ou neoplasias, pode ser necessário, também, uma autorização médica específica.
Além de conhecer os benefícios, também é preciso conversar sobre dedicação e foco, priorizando um modo de vida mais saudável em vez do estabelecimento de prazos para alcançar determinados resultados.
A ideia é que a prática da musculação seja duradoura e prazerosa, independentemente da idade.
Além disso, é fundamental realizar uma avaliação médica prévia, a fim de entender as possíveis condições clínicas, bem como as indicações e contraindicações do exercício.
Crianças e adolescentes também podem fazer musculação, mas a avaliação médica e a supervisão de um profissional capacitado são imprescindíveis.
A musculação na infância e adolescência não é contraindicada, porém, assim como no caso dos adultos, deve ser feita sempre sob a supervisão de um profissional.
A SBP, no entanto, indica que, durante a fase de crescimento, não se deve permitir exercícios que visam o ganho de força pura.
O número de repetições deve ser de uma a, no máximo, três.
Contudo, é preciso repetir a avaliação pediátrica periodicamente, mesmo depois do início do treinamento, observando se o crescimento da criança mantém-se adequado.
Caso contrário, pode ser sinal de treinamento excessivo ou alimentação insuficiente para os exercícios praticados.
A família e os profissionais de saúde devem acolher as motivações da criança ou do adolescente.
Assim, se o praticante sentir alguma dor ou incômodo durante o treino, ele deve interromper a prática, procurar um médico e só retornar às atividades depois da autorização do profissional.
A família deve estar sempre de olho no ganho acelerado de massa, um dos efeitos desse uso.
O correto é realizar uma avaliação prévia com nutricionista e ajustar o programa alimentar habitual de forma a fornecer os nutrientes necessários para esta nova exigência metabólica do praticante.
A musculação tende a ajudar no aumento de força muscular mesmo que sem hipertrofia, já que os níveis de testosterona de crianças ainda são baixos.
Também reduz o risco de fraturas, melhorando a resistência dos ossos.
Além disso, estimula a produção do hormônio do crescimento e testosterona e aperfeiçoa habilidades motoras, cognitivas e neurais.
Por fim, os riscos, assim como no caso dos adultos, estão justamente na realização dos exercícios sem supervisão especializada.
Em geral, o treinamento envolve cargas de 40% a 50% da força máxima da criança ou adolescente, portanto, é a falta de técnica e o uso de cargas excessivas que costumam levar a lesões.
Do texto apresentado não é possível indicar qual a idade mínima para se fazer musculação, com o intuito de ganhar força muscular, semِّ none